Grazielle Vieira

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Às vezes, a pergunta mais difícil não é a mais complexa…
É o “você está bem?”
Porque, naquele momento, mil pensamentos invadem a mente de uma vez.

Como explicar o peso que você sentiu ao acordar?
A ansiedade que te consome.
A tristeza que você não consegue nomear.
As batalhas que você vem travando em silêncio há semanas, meses, talvez anos.

Então, a resposta mais fácil escapa.
“Sim, estou bem.”
Não porque seja verdade, mas porque é mais simples…

Porque parece mais seguro.
Porque você não quer ser um fardo.
Porque você não tem palavras.

Nunca sabemos realmente o que alguém está carregando.

Este é o seu lembrete de que está tudo bem não estar bem.
Você não deve força a ninguém o tempo todo.
Você não precisa ter todas as respostas.

Você não é fraco por estar passando por dificuldades.
Você é humano.
E nenhum de nós foi feito para enfrentar isso sozinho.
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Grazielle Vieira – Psicanalista Clínica | Ênfase em Ansiedade e Depressão



Receber um diagnóstico psiquiátrico pode ser, ao mesmo tempo, um alívio e um choque. Para muitas pessoas, é como finalmente colocar um nome em algo que já causava sofrimento há muito tempo. Para outras, pode parecer que esse nome se transforma em uma nova identidade - um rótulo difícil de tirar.

Mas aqui vai um ponto importante: diagnóstico não é rótulo.

O que é um diagnóstico, afinal?
No campo da saúde mental, o diagnóstico é uma ferramenta. Ele ajuda profissionais como psiquiatras e psicólogos a entenderem o que está acontecendo com você, a planejar intervenções eficazes e a direcionar o tratamento de forma mais assertiva. Ou seja, o diagnóstico é um instrumento clínico, e não um resumo da sua personalidade, da sua história ou das suas possibilidades.

Você não é “o depressivo”, “o ansioso” ou “o borderline”.
Você é uma pessoa com uma condição que pode ser cuidada - e mais do que isso: você é alguém com histórias, talentos, forças e uma vida inteira para ser vivida.

Na psicoterapia, o foco é você,  não o rótulo 
Ao iniciar um processo psicoterapêutico, é natural trazer seu diagnóstico como parte da conversa. Mas ele não define o caminho. Um bom processo terapêutico olha para quem você é além do diagnóstico: como você sente, pensa, se relaciona, reage ao mundo, e o que faz sentido para você.

Na terapia, vamos além das “etiquetas”. Exploramos sua história, suas dores, mas também seus recursos e sua capacidade de transformação. O diagnóstico pode ser um ponto de partida, mas nunca será o destino final.

E se você se sente definido por um diagnóstico…

Saiba que você não está sozinho. Muitos jovens sentem que, ao receber um laudo, as pessoas ao redor passam a tratá-los de forma diferente - às vezes com preconceito, outras com superproteção. Isso pode machucar e gerar uma sensação de isolamento.

Mas lembre-se: você tem direito a ser compreendido e não rotulado. A psicoterapia é um espaço seguro onde você pode falar sobre isso sem julgamentos. Onde suas questões são levadas a sério, mas onde você é visto como uma pessoa inteira - e não como um transtorno.

Um convite para o cuidado

Se você tem um diagnóstico ou está em busca de um, tudo bem. Isso não diminui o seu valor, nem determina o seu futuro. Ao contrário: pode ser o primeiro passo para se entender melhor, para cuidar de si com mais responsabilidade e para buscar ajuda com consciência.

E acima de tudo: você é muito mais do que qualquer diagnóstico. 
Você é único. 
Você é possível. 
Você merece ser cuidado com respeito, empatia e verdade.

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🌱 Não se rotule. Se cuide. E se precisar, peça ajuda. Você não está sozinho.
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         Grazielle Vieira – Psicanalista Clínica | Ênfase em Ansiedade e Depressão


É comum pensar que, dentro de um consultório psicanalítico, todas as palavras são ditas de forma transparente. No entanto, a mentira também pode aparecer no espaço da análise - e isso não significa necessariamente falta de caráter ou de comprometimento do paciente. Pelo contrário: muitas vezes, o ato de mentir pode trazer pistas valiosas sobre o inconsciente.

Existem diferentes motivos que podem levar alguém a esconder ou distorcer a verdade diante de seu terapeuta:

  • Vergonha: falar de certos sentimentos pode parecer doloroso ou constrangedor.
  • Medo de julgamento: mesmo sabendo que o espaço é acolhedor, o paciente pode temer ser visto de maneira negativa.
  • Resistência: parte de nós pode querer evitar tocar em experiências que despertam sofrimento.
  • Desejo de agradar: às vezes, a mentira surge como tentativa de mostrar uma imagem “melhor” de si.

Quando a mentira se instala de forma frequente, pode atrasar o aprofundamento do processo. O analista trabalha justamente a partir do que o paciente traz em palavras e, se os conteúdos são distorcidos, as interpretações também ficam limitadas.

Por outro lado, reconhecer a tendência de mentir e falar sobre isso na análise pode se tornar um movimento transformador. Esse momento abre espaço para compreender dinâmicas inconscientes, como medo de intimidade, dificuldade em lidar com a própria vulnerabilidade ou até mesmo padrões de relacionamento que se repetem fora do consultório.

Na psicanálise, até mesmo a mentira é um material a ser escutado. Ela revela conflitos internos, defesas psíquicas e modos de lidar com a dor. Mais do que julgar, o analista busca compreender o que está em jogo quando alguém sente necessidade de omitir ou disfarçar algo.

Falar a verdade em análise nem sempre é simples. Mas é justamente nesse espaço protegido que se torna possível olhar para si com mais honestidade - sem máscaras, sem necessidade de agradar, sem medo de ser rejeitado.

Se você percebe que muitas vezes esconde o que sente, talvez seja esse o ponto de partida para um trabalho profundo de autoconhecimento. A psicanálise oferece um espaço seguro para que até mesmo a mentira possa ser compreendida como caminho para a verdade interna.

Se você deseja iniciar esse processo de autodescoberta, entre em contato e agende sua sessão. Seu inconsciente tem muito a dizer.

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 Grazielle Vieira – Psicanalista Clínica | Ênfase em Ansiedade e Depressão



Muitas pessoas vivem em silêncio dores profundas que não conseguem colocar em palavras. Às vezes, o peso da ansiedade, da tristeza ou de conflitos internos é tão grande que o simples ato de pedir ajuda parece impossível. Surge a dúvida: “E se não me entenderem?”, “E se acharem exagero?” ou até mesmo “Será que eu mereço ajuda?”.

Essas perguntas não são sinais de fraqueza. Elas revelam o quanto é difícil reconhecer a própria vulnerabilidade em um mundo que valoriza tanto a aparência de força. O primeiro passo, porém, não precisa ser perfeito nem cheio de certezas. Pode começar de forma simples: dizendo “não estou bem”, confiando um pedaço da sua história a alguém de confiança, ou buscando um espaço seguro de escuta.

A psicanálise oferece justamente isso: um lugar onde não há julgamentos, apenas a possibilidade de falar, elaborar e descobrir sentidos. O processo analítico não exige que você saiba por onde começar ou que traga respostas prontas. Basta chegar com suas perguntas, suas angústias e até mesmo com o silêncio. A partir daí, podemos construir juntos um caminho de compreensão e acolhimento.

Se você sente que precisa de ajuda, mas não sabe como pedir, lembre-se: o pedido pode ser feito com palavras simples, até mesmo com um gesto de aproximação. O mais importante é não carregar sozinho aquilo que dói. O cuidado com sua saúde mental começa no momento em que você se permite ser ouvido.

Se desejar iniciar esse processo, entre em contato e marque sua sessão. Seu espaço de escuta já está aqui, esperando por você.

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Grazielle Vieira – Psicanalista Clínica | Ênfase em Ansiedade e Depressão



 

Em momentos de profunda tristeza e desesperança, quando a escuridão da depressão nos envolve, é comum buscarmos respostas e conforto. Muitas vezes, em meio a essa busca, surge a pergunta: "Será que estou passando por isso por falta de fé?". É crucial lembrar que a depressão não é uma questão de fé, assim como não é sinal de fraqueza ou falta de Deus.

A depressão é uma doença complexa, com causas multifacetadas que envolvem fatores biológicos, psicológicos e sociais. Ela afeta a mente, o corpo e as emoções, e pode se manifestar de diversas formas, desde a tristeza profunda e persistente até a perda de interesse em atividades antes prazerosas.

Assim como um problema de saúde física não significa falta de fé, a depressão também não está relacionada à espiritualidade. A fé pode ser uma fonte de força e esperança para muitas pessoas, e a conexão com o divino pode trazer conforto em momentos difíceis. No entanto, a depressão é uma doença que requer cuidados específicos, que podem incluir terapia, medicamentos e outras abordagens terapêuticas.

É importante ressaltar que buscar ajuda profissional não é sinal de fraqueza, mas sim um ato de coragem e amor próprio. Ao procurar tratamento, você demonstra que se importa com a sua saúde mental e que está disposto a lutar contra a depressão.

Se você está enfrentando a depressão, saiba que não está sozinho. Muitas pessoas passam por isso e encontram a cura através do tratamento adequado. Não hesite em buscar ajuda, converse com amigos, familiares ou procure um profissional de saúde mental.

Lembre-se que a depressão não é falta de Deus, é uma doença que pode afetar qualquer pessoa. Buscar ajuda é um passo importante para recuperar a sua saúde mental e bem-estar.

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🌱 Você não precisa enfrentar isso sozinha. Estou aqui para te acolher e caminhar com você.

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Sobre Mim

Oie!, eu sou a Grazi — mineira de origem, mas carioca de coração. Sou Psicanalista e, há mais de 10 anos, dedico-me à escrita como forma de traduzir pensamentos, afetos e experiências. Criei este espaço para compartilhar reflexões sobre saúde mental com leveza, profundidade e humanidade. Acredito no poder da escuta, do acolhimento e na importância de olhar com cuidado para o que sentimos. Ofereço um espaço seguro, ético e acolhedor para quem busca compreender suas emoções, lidar com sobrecarga mental e transformar padrões que se repetem. Através da escuta psicanalítica, caminhamos juntos em um processo de autoconhecimento profundo e reconstrução emocional. Sinta-se abraçadx!

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